Vídeos

Notícias em Foco

Notícias Itaocara e Região

Nova Categoria

Nova categoria

Eventos

Galeria de Fotos

» » Metroviários querem cancelar demissões; Alckmin descarta. NÃO HOUVE ACORDO!!

Funcionários aguardam resultado de reunião na quadra do Sindicato dos Metroviários. Depois da reunião, grupo deve votar rumos da greve em assembleia. (Foto: Marcelo Mora/G1)
Aguardem daqui a pouco reportagem completa.
G1 18:00
18:13
"Não houve acordo", disse o secretário de Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes após sair de reunião com sindicalistas na Superintendência Regional do Trabalho. O secretário não deu detalhes sobre a negociação. Quem deve falar em breve são os representantes do Sindicato dos Metroviários, informa a repórter Lívia Machado.
18:22
Jurandir corrigiu o número de demitidos. Agora, o governo diz que 42 demissões já foram processadas e outros 13 casos ainda estão em análise. Ele não deu detalhes sobre quem são os demitidos e os casos em estudo, relata a repórter Lívia Machado. Segundo o secretário, o governo vai divulgar nota com seu posicionamento oficial.
18:55
Intermediador da reunião entre o governo e o Sindicato dos Metroviários, o superintendente do Ministério do Trabalho em São Paulo, Luiz Antonio de Medeiros, lamentou o fato de o encontro terminar sem acordo. Segundo ele, o presidente do Metrô, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, aceitou a readmissão de 42 funcionários. O governador, porém, teria declinado e mantido as demissões. “O palácio, porém, disse não. Para a decepção geral.”
18:57
O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Melo dos Prazeres, voltou a negar que a greve seja política. “Estamos a dois dias da Copa. O sindicato não tem intenção de atrapalhar ou prejudicar a Copa do Mundo. A greve é trabalhista e agora se concentra nas demissões”, informa a repórter Lívia Machado.
19:00
Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino Melo dos Prazeres, a intenção do sindicato era encerrar a greve muito antes. “Poderíamos chegar a um acordo hoje se as demissões fossem negociadas”, disse. A continuação ou o fim da greve vai ser votado ainda hoje, na sede do sindicato, informa a repórter Lívia Machado.
19:06
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) informou que o Ministério Público do Trabalho (MPT) protocolou pedido de execução da multa estipulada pela Justiça contra o Sindicato dos Metroviários. O sindicato recebeu multa de R$ 100 mil por dia de paralisação quando não manteve 100% da frota no horário de pico. Além disso, outros R$ 500 mil por não retomar o trabalho após a greve ser julgada abusiva.
Lívia Machado/G1
Medeiros disse que tinha certeza que a greve terminaria hoje, mas que, na visão dele, faltou habilidade para o governo na negociação. (Foto: Lívia Machado/G1)
20:05
Em nota, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) ressaltou que suas multas são aplicadas. “As multas estabelecidas pelo TRT-2 são, de fato, executadas. Como exemplo recente temos o caso envolvendo o Sindicato das empresas de transporte do ABC, que teve a greve considerada abusiva e aplicação de multa no valor de R$ 100 mil, revertida ao FAT, já executada (processo nº 20127001220115020000)”, informou o órgão


21:06
Em assembleia, os metroviários decidiram suspender a greve até quarta-feira (11), véspera da abertura da Copa do Mundo. Uma nova assembleia para decidir se a paralisação continua está marcada para as 18h30 de quarta, informa o repórter Marcelo Mora.








VEJA
Terminou sem acordo mais uma reunião entre o governo de São Paulo e o Sindicato dos Metroviários para tentar encerrar a greve da categoria que já dura cinco dias. Nesta segunda-feira, os metroviários sinalizaram que aceitam o percentual de reajuste de 8,7% oferecido pelo Metrô, mas exigem a readmissão de grevistas demitidos por justa causa, o que o governo paulista recusa. Agora, a continuidade da paralisação será votada em assembleia da categoria na noite de hoje.
"Não há acordo na readmissão de 42 funcionários. A greve já está acabando, 70% do metrô está funcionando", disse o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. Pela manhã, o governo paulista havia anunciado que 61 seriam demitidos, mas o secretário corrigiu o número para 42 – sem explicar o motivo.

"Para a categoria, isso é muito caro e difícil. Poderíamos renegociar desde que houvesse a readmissão dos 42", disse o presidente do sindicato, Altino dos Prazeres. Segundo ele, a proposta era que o Metrô abrisse um procedimento interno para apurar a conduta dos grevistas em vez de demiti-los por justa causa.

De acordo com o Metrô, cinquenta das 65 estações estão operando nesta segunda-feira. O rodízio municipal de veículos está suspenso.
09/06/2014


«
Next
Postagem mais recente
»
Previous
Postagem mais antiga

Nenhum comentário:

Leave a Reply