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» » » Ex-diretor da Petrobras nega irregularidade no patrimônio de filhas e genros


Senadores da CPI da Petrobras consideraram satisfatório o depoimento de Paulo Roberto Costa, nesta terça-feira (10), mas aguardam que o Supremo Tribunal Federal (STF) envie os dados da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, para confrontá-los com as informações prestadas pelo ex-diretor da estatal.

Ao abrir seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades na Petrobras, o ex-diretor de Abastecimento da empresa Paulo Roberto da Costa criticou a imprensa, que, segundo ele, publicou fatos irreais, sem lhe conceder o direito de defesa nos 59 dias em que esteve preso. Disse também que a petrolífera brasileira é uma empresa séria e competente:
- Fiquei esse tempo recluso e muita coisa foi dita de forma antiética. Repudio com veemência a acusação de que a Petrobras é dominada por organização criminosa. A Petrobras não é nada disso que está se falando. É uma empresa séria e competente - afirmou.
Paulo Roberto destacou os danos que lhe causaram "as informações sem fundamento" veiculadas pela mídia.
A imprensa publicou dados sem fundamento. Isso pôs uma pedra em cima da minha carreira. Virei diretor depois de 27 anos de casa. Não caí de para-quedas. Conseguiram neste tempo colocar minha figura e a da minha família numa posição delicada. Trinta e cinco anos não se jogam na lata do lixo como jogaram. Fui diretor da Petrobras durante oito anos. Ninguém fica oito anos como diretor de uma empresa como a Petrobras se não agir com competência e com ética. Tenho família e nome a zelar - ressaltou.
O ex-diretor da estatal foi preso em março pela Polícia Federal, na Operação Lava Jato, que investigou esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em sua exposição inicial, Paulo Roberto Costa não se manifestou sobre seu suposto envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, também preso pela PF.
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10/06/2014 - 13h00 CPIs - Petrobras - Atualizado em 10/06/2014 - 13h30

Paulo Roberto da Costa defende quarentena para ex-diretores da Petrobras

Da Redação

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto da Costa dá explicações há quase três horas aos senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de irregularidades na estatal. Ao falar sobre suas atividades depois da aposentadoria da petrolífera, em 2012, ele disse que abriu a Costa Global Consultoria porque precisava trabalhar para manter seu padrão de vida, visto que, fora da ativa, seu salário foi muito reduzido.

A sócia de Paulo Roberto na Costa Global é a filha dele. A empresa chegou a ter cinco funcionários e 81 contratos.- Acho que diretores e presidentes da Petrobras deveriam ter o que se chama de quarentena. Quando saem da companhia, devem ficar pelo menos seis meses a um ano em casa, porque têm domínio de informações importantes da companhia. Infelizmente a Petrobras não entende assim - lamentou.

- Tive até um contrato para vender uma ilha das Organizações Globo, perto da Rodovia Niterói-Manilha - informou.

O executivo não soube informar todos os nomes de seus clientes, pois, segundo ele, os contratos estavam nos computadores apreendidos pela Polícia Federal.

Neste momento, Paulo Roberto Costa responde perguntas do relator da CPI, José Pimentel (PT-CE), sobre suas relações com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato da Polícia Federal, que investigou esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-diretor da estatal também foi preso em março na mesma operação da PF e solto dois meses depois por decisão do ministro do STF Teori Zavascki.

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Agência Senado

10/06/2014 - 13h30 CPIs - Petrobras - Atualizado em 10/06/2014 - 16h06

Paulo Roberto da Costa diz que não sabia que 

Youssef era doleiro

Da Redação

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa admitiu em depoimento à CPI do Senado que conhecia Alberto Youssef, mas não sabia que ele era doleiro. Costa, disse apenas saber que Youssef havia “tido um problema em 2005″, ligado a um processo do Banestado. Quando o conheceu, afirmou, o doleiro já tinha outros investimentos na área hoteleira. Ambos foram presos pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, que desarticulou uma quadrilha especializada em corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

— Não vejo nada de errado nisso. Não há contrato fechado, mas efetuei o trabalho para ele. Posso comprovar isso — afirmou.Paulo Roberto Costa admitiu também que, embora não tivesse formalizado um contrato, prestou um serviço de consultoria ao doleiro e recebeu como pagamento um carro no valor de R$ 250 mil, mais R$ 50 mil pela blindagem. Ele disse não ver nenhum problema nesta forma de pagamento:

O executivo voltou a dizer que a Petrobras é uma empresa séria, com rígidos mecanismos de controle, e se disse "injustiçado" pela imprensa.

— Pode fazer auditoria por 50 anos que não vão achar nada ilegal [na Petrobras]. Os controles lá dentro são enormes. Os contratos de Abreu e Lima eram aprovados de forma colegiada. 

Essa acusação de superfaturamento não é real. É ilação. Não existe isso. Não sei por que inventaram essa história, mas é fora da realidade. Estive 35 anos na companhia com zelo e dedicação. Não entrei na diretoria pela janela. Me sinto magoado e tive o nome e reputação destruídos — declarou.

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Agência Senado

Ex-diretor da Petrobras nega irregularidade no patrimônio de filhas e genros

A CPI que investiga irregularidades na Petrobras acaba de encerrar o depoimento do ex-diretor Paulo Roberto da Costa após mais de quatro horas de oitiva. Na última rodada de perguntas do relator José Pimentel (PT-CE), ele negou negou irregularidades no patrimônio de suas filhas e genros e disse também não ter orientado parentes a sumir com provas de interesse da Operação Lava Jato, que resultou na prisão dele e do doleiro Alberto Youssef, em março deste ano.

- Basta olhar o Imposto de Renda deles. Não tenho nada a dizer. Olha a declaração deles e checa. Tenho certeza de que não há nada de irregular - disse.

Paulo Roberto terminou o depoimento de forma emocionada, negando as acusações e dizendo-se injustiçado e sem saber por que foi vítima de "ilações e absurdos".

O ex-diretor da Petrobras é que seriam lavados por empresas do doleiro Alberto Youssef. Além disso, teria intermediado contratos superfaturados feitos com prestadoras de serviços. Ambos foram presos pela Polícia Federal em março. Youssef continua preso, e Paulo Roberto conseguiu um habeas-corpus após 59 dias atrás das grades.

A reunião desta terça-feira (10) só teve novamente a participação de senadores da base aliada. A oposição participa da CPI Mista, que se reúne nesta quarta para ouvir a presidente da Petrobras Graça Foster.acusado de se valer da condição de diretor para superfaturar contratos e desviar recurso

Agência Senado


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