Na entrevista que deu à Folha de S. Paulo no dia 1º, Paulo Roberto Costa negou que uma agenda apreendida pela PF com nomes de empresas que colaborariam com doações para políticos tivesse sido escrita por ele.
De acordo com o que Costa disse a interlocutores, a letra que aparece ali seria a de João Cláudio Genu, o notório ex-assessor do PP, condenado a sete anos de cadeia no julgamento do mensalão. Não que Costa negue sua participação nas reuniões. Mas, pelo visto, Genu as secretariava.








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